Seguro do carro é mesmo obrigatório?
Contratar um seguro para seu carro virou um clichê. Nós, do Solucionathica, buscamos repensar os conceitos que parecem instituÃdos no senso comum da nossa sociedade. Contratar um seguro não é algo barato, dependendo de diversos fatores, como o veÃculo a ser segurado, a região de tráfego, as caracterÃsticas de uso do veÃculo, seus condutores e sua proteção, pode chegar anualmente à mais de 20% do valor do automóvel.
Sabemos que o valor do seguro é calculado estatisticamente levando em consideração alguns fatores listados anteriormente. Obviamente o seguro não avalia o condutor individualmente, eles são estão interessados em saber se você é um bom motorista, cuidadoso, etc, seus cálculos se baseiam na média do grupo no qual você está inserido. O mesmo ocorre com o modelo do seu carro. Ele pode ser de um modelo mais visado pelos assaltantes, caso do Gol, encarecendo assim o seguro, mesmo que você utilize estacionamento ao sair, tranca no carro, alarme, isto é, você pode estar pagando por pertencer à um grupo que não o representa.
Eu tenho um conhecido que, juntamente com seu pai e seu irmão, criou um “fundo” para assegurar seus veÃculos. Os três possuem caminhonetes - com custo de seguros altÃssimos - e preferiram aplicar o dinheiro que iria para a seguradora. Como eles possuem três veÃculos, eles conseguiram diluir o risco de perdas, uma vez que muito rapidamente o dinheiro investido pelos três se transforma em uma nova caminhonete.
O grande problema para quem quer fazer este tipo de substituição é ter a disciplina de realmente aplicar mensalmente a quantia que seria utilizada no seguro. Caso contrário, este dinheiro fará falta no momento em que você tiver problemas com o seu automóvel. Assumir este risco pode ser vantajoso, cabe ao proprietário calcular e ter a consciência que poderá ganhar ou poderá perder, e, sendo esta matemática especÃfica para o seu caso, só você mesmo pode calculá-la.
Lembre-se que um seguro não garante vantagens em todos os casos. Pequenas batidas podem muito bem ter um valor da mesma ordem da franquia. Além disso, seu carro pode ser roubado e encontrado depenado, o que fará você torcer por uma perda total… e não levar. E principalmente, caso haja uma batida, você só irá pagar caso a culpa seja sua, então se você não se considera um motorista atento, talvez seja melhor não se arriscar a bater em uma Mercedes.
Fontes:
http://quatrorodas.abril.com.br/reportagens/conteudo_195965.shtml#galeria




A matéria é muito interessante, mas os benefÃcios de ter seu carro no seguro são maiores.
Por exemplo, eu possuo um Celta o qual pago, devido ao meu perfil (23 anos, solteiro), o equivalente à quase 10% do valor do veÃculo.
Sendo assim, numa hipótese de PT (perda total), eu garanto o valor total do meu bem por ‘apenas’ 10% de seu valor real.
Eu acho muito arriscado não ter seguro total no veÃculo, pois hoje em dia, são muitas ocorrências de roubo para, derrepente, você ficar privado de um patromônio que lhe custou um bom dinheiro…
Olá Diego
Convido você a continuar um meme proposto pelo Fabio Seixas, caso queira dar uma olhada do que se trata o link é:
http://www.primeiromilhao.com/meme-como-eu-blogo/
[]’s
Depende.
O seguro obrigatório é.. obrigatório.
Seguro contra terceiros, essencial.
Atropele um médico que ganha 25.000,00/mês, com 38 anos de idade.
Vais pagar seu salário até os 60 anos.
Bata num Jaguar, há muitos no Rio.
Teu carro não paga.
Quanto ao teu carro, tudo bem.
Pode não segurar, sim!
É o que eu faço.